Tema ao meu ver delicado, polêmico e curioso.
Já não bastava as conquistas dos direitos trabalhistas, o direito de voto, etc, elas queriam mais.
Após a liberação feminina marcada pela "queima" dos sutiãs iniciou-se o trânsito das mulheres em torno do sexo, conquistamos também o direito de ter orgasmos.
Abaixo a verdadeira história da lenda da queima dos sutiãs. Vejam:
"O episódio conhecido como Bra-Burning, ou A Queima dos Sutiãs, foi um evento de protesto com cerca de 400 ativistas do WLM (Women’s Liberation Movement) contra a realização do concurso de Miss America em 7 de setembro de 1968, em Atlantic City, no Atlantic City Convention Hall, logo após a Convenção Nacional dos Democratas. Na verdade, a ‘queima’, propriamente dita, nunca aconteceu. Mas a atitude foi incendiária. A escolha da americana mais bonitinha era tida como uma visão arbitrária da beleza e opressiva às mulheres, por causa de sua exploração comercial. Elas colocaram no chão do espaço, sutiãs, sapatos de salto alto, cílios postiços, sprays de laquê, maquiagens, revistas, espartilhos, cintas e outros “intrumentos de tortura” (v. Duffet, Judith. WLM vs. Miss America. Voice of the Women’s Liberation Moviment. October 1968, pg 4.). Aí alguém sugeriu que tocassem fogo, mas não aconteceu porque não houve permissão do lugar (que não era público) para isso. Também ninguém tirou seu sutiã. Essas lendas urbanas surgiram porque, ao dar ampla cobertura para o evento, a mídia o associou a outros movimentos, – como o da liberação sexual; dos jovens que queimaram seus cartões de segurança social em oposição à Guerra do Vietnã - e passou a chamá-lo de “bra-burning”, (queima de sutiãs), encorajados por ativistas como Robim Morgan (ex-estrela-mirim da rádio e TV, ativista, escritora, poeta e editora do “Sisterhood is Powerful e Ms. Magazine)."
Esse episódio ficou ligado ao da liberdade sexual principalmente.
O problema é que a vulgaridade veio em consequência de tanta liberdade de expressão e a essa interpretação dada a liberdade feminina.
Em uma reportagem do GNT verificamos que Allen Ginsberg, Jack Kerouac, Gregory Corso atacavam a hipocrisia americana quanto ao sexo, todo mundo queria ser moderno livre e solto daí foi um passo para dizerem "Ei, casar virgem é uma bobagem" eles queriam saber se nós(mulheres) somos compatíveis depois dos votos?
O erotismo destaca-se, um homem se destaca pela presença máscula dominante, a mulher por sua sensualidade, mas onde está essa sensualidade?
Os homens lamentavelmente a veêm substituída por excesso de erotismo, chegando até a entimidá - los.
Meninas, Mulheres vamos repensar algumas atitudes, vamos explorar a sensualidade, a feminilidade que cada uma de nós possuímos. É claro que temos desejos e também queremos sexo, mas isso não quer dizer que devemos banalizar. Não esqueçam que temos a força, a honra e a beleza de ser Mulher! Na verdade, queremos ser sempre o sexo frágil, cercadas por gentileza e respeito.
Rapazes, cortejem suas mulheres, abram a porta do carro, puxem a cadeira no restaurante, dêem a mão para ela descer a escada, ofereçam - se a pagar o jantar, mandem flores...
Super bjs da Titia Danny
Parte deste post foi tirado do site jofreeman
Nenhum comentário:
Postar um comentário